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Preparação de superfícies interiores: o passo mais importante (e o mais ignorado)

Um acabamento perfeito começa muito antes da tinta. Em interiores, é comum subestimar a preparação da superfície e é precisamente aí que nascem a maioria dos problemas visuais e técnicos.

A preparação é decisiva e mesmo a melhor tinta não corrige:

  • Irregularidades
  • Diferenças de absorção
  • Sujidade ou resíduos
  • Microfissuras

A preparação representa mais de 50% do resultado final.

Etapas essenciais da preparação interior:

  1. Avaliação do suporte

Identificar paredes novas ou repintadas, presença de humidade ou manchas e fissuras, buracos ou zonas ocas. Cada situação exige uma abordagem diferente.

  1. Limpeza e desengorduramento

O segundo passo é remover poeiras, gorduras e resíduos. Em cozinhas ou zonas de uso intensivo, esta etapa é crítica, uma vez que pintar sobre sujidade compromete a aderência.

  1. Correção e regularização

Depois da limpeza é necessário o fecho de fissuras e buracos com a aplicação de massas de enchimento adequadas. Após a aplicação das mesmas é essencial uma lixagem cuidada para uniformizar a superfície. Superfícies planas refletem melhor a luz e valorizam a cor.

  1. Aplicação de primário

O primário certo uniformiza a absorção, melhora a aderência da tinta e reduz o consumo de produto final. Ignorar esta etapa resulta frequentemente em manchas e diferenças de tom.

Evite pintar diretamente sobre massa fresca, saltar a lixagem final ou usar “uma demão extra” em vez de primário. Estes são os erros mais frequentes e causadores da maior parte dos defeitos!

A preparação não se vê, mas sente-se no resultado final. Em interiores, onde a exigência estética é maior, investir tempo nesta fase é a forma mais segura de garantir um acabamento durável, uniforme e profissional.

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